sábado, 12 de janeiro de 2013

Batalha dos eruditos

Penduradas nas paredes estavam vidas passadas
Cada uma rasgada de proveitos e desventuras
Em todo o caso vai pensando em apagá-las
Só podem voltar à atmosfera do imaginário

Ouço os risos deles

Nada vai mudar no toque seco e ardente
Sem lutar por um outro eu ascendente
E aqui entram as sombras da luz
Estão vivas no paraíso desprovido paz

Sinto os passos deles

Das mil cores saídas do prisma triangular
Sete representam as maravilhas do mundo moderno
Os elos de ligação conquistados pelos sábios
São corroídos pelo mais pobre ser errante

Vejo os vultos deles

Quando o sino dos surdos tocar e quebrar o silêncio
Guardem os espíritos nos corpos cobertos de personalidade
A virar o amor para dentro fustigamos os seus demais
Assim ganharemos a batalha dos eruditos

Eles chegaram...

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