Penduradas nas paredes estavam vidas passadas
Cada uma rasgada de proveitos e desventuras
Em todo o caso vai pensando em apagá-las
Só podem voltar à atmosfera do imaginário
Ouço os risos deles
Nada vai mudar no toque seco e ardente
Sem lutar por um outro eu ascendente
E aqui entram as sombras da luz
Estão vivas no paraíso desprovido paz
Sinto os passos deles
Das mil cores saídas do prisma triangular
Sete representam as maravilhas do mundo moderno
Os elos de ligação conquistados pelos sábios
São corroídos pelo mais pobre ser errante
Vejo os vultos deles
Quando o sino dos surdos tocar e quebrar o silêncio
Guardem os espíritos nos corpos cobertos de personalidade
A virar o amor para dentro fustigamos os seus demais
Assim ganharemos a batalha dos eruditos
Eles chegaram...
escreves muito bem, as palavras parece que fluem.. gostei muito :j
ResponderEliminarMuito obrigado Sónia, que simpática :)
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