Quando a pedra descola o passeio
Os viajantes das ruas antigas observam
De mãos dadas saltaram o receio
Esperando ver o que os espelhos lhes reservam
Pois à beira de cada rio
Fundem-se imperfeições escondidas
Sorrindo para o amor frio
Encontram as suas vidas perdidas
Já fui e não voltei
Antes eras e ficaste
O teu eu sem ti
O meu eu contigo
A madeira surge macia ao toque
Cada vez forçada a arder
Tudo isto é algo escuro e sujo
A visão alterada julga ser eficaz
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